Mendoza possui o encanto de uma cultura provincial que mostra com orgulho sua história, sua arquitetura, sua vida social e intelectual. A prova disso é a importância que a comunidade da capital – desde há vários anos – confere à revitalização da memória coletiva dos mendocinos.

 

AQUÁRIO MUNICIPAL. Inaugurado no 25 de maio de 1945, foi o primeiro no país. Foi recentemente reformado e reaberto. Ali exibem-se curiosas espécies aquáticas, tanto de água doce (peixes tropicais vivíparos e ovíparos, salmões, sáveis e arraias) como marinha (anêmona-do-mar, cavalo-marinho, ouriços, tubarões, caimões, moluscos e crustáceos) e a grande tartaruga Jorge de 95 anos de idade. (Ituziangó 1420)

 

SERPENTÁRIO ANACONDA. Reúne uma coleção de sáurios e serpentes vivas como anaconda (sucuri), cascavel, boa, jarará, falsa coral, lagartos, píton, etc.

 

PARQUE BERNARDO O´HIGGINS. Sua faixa verde estende-se ao longo da vala pela qual flui o Canal Cacique Guaymallén. Entre seus atrativos incluem-se jogos infantis e o teatro “Gabriela Mistral”.

ALAMEDA. A casa do General Don José de San Martín está localizada perto da Alameda, na Rua Corrientes. Ali, onde o General morava com sua família, nasceu sua filha Mercedes. A construção foi destruída pelo terremoto de 1861. Hoje ela é lembrada por uma placa na fachada de uma moderna construção.

A Biblioteca Pública “General San Martín” foi o resultado de um vigoroso impulso cultural vivido por nosso país depois de 1820. No início da Campanha Libertadora (1818), o General San Martín fez um testamento no qual expressou seu desejo de doar a biblioteca de sua propriedade a fim de  estabelecer o início da Biblioteca Mendocina. Rapidamente, esta casa se trasnformou na terceira mais importante do país, atrás apenas das de Buenos Aires e Córdoba. O local começou a receber jornais e revistas de países americanos, gerando assim a primeira Hemeroteca de Mendoza.

Em 1871 a instituição recebeu o nome de “Biblioteca Pública General San Martín”. Recentemente, em 1956, foi inaugurado o edifício próprio (que é hoje seu local definitivo), situado no terreno que San Martín havia adquirido para a construção de sua casa. Quinze anos antes, em 1941, o lugar tinha sido declarado monumento histórico e denominado: “Solar de San Martín”.

CANAL TAJAMAR. O canal de irrigação provém do centro da cidade. Se remete ao sistema de rego  dos huarpes – antigos habitantes de Mendoza – e se atribui sua propiedade ao cacique Tabalqué, dono da chacra La Chimba.

 

AREA FUNDACIONAL. Nesta praça foi fundada a cidade de Mendoza por Pedro del Castillo em 1561. Cerca de 1610 já observava que a planificação urbana respondia às atividades próprias das cidades coloniais, em quanto à defesa e colonização de novos territórios; tais atividades repercutem na formação no núcleo fundacional, onde se destaca um espaço central – praça de armas – onde o exército pode praticar manobras estratégicas e onde o comercio pode se desenvolver comodamente. Quase não havia espaço para a vegetação nos espaços públicos, nesta primeira etapa para a flora urbana se cultivavam um tipo de vegetação trepadeira ainda incipiente. Este conglomerado urbano, onde se encontrava o centro comercial, cívico e religioso, foi totalmente destruído pelo terremoto de 1861. O Museu da Área Fundacional foi construído onde antes se encontrava o edifício principal de governo.

Lugar onde a cidade foi fundada por Pedro Del Castillo, em 1561. Aqui ficava o centro comercial e cívico da cidade até sua destruição total no terremoto de 1861. É onde estava o “Cabildo” – lugar onde se reuniam as autoridades coloniais – e atualmente se encontra o museu da Área Fundacional. Também podem ser observadas as ruínas da Igreja de São Francisco.

 

PRAÇA PEDRO DEL CASTILLO. A Praça Pedro Del Castillo é o lugar que marca o local mais antigo da primeira cidade de Mendoza, fundada em 2 de março de 1561. Foi chamada de Praça Maior em 1860 e constituiu o centro cívico mais importante desta cidade antiga. Foi construída de forma quadriculada, baseada no modelo real hispânico.

Seus nomes posteriores refletem as etapas do nosso desenvolvimento histórico: desde o de “Praça Central” em 1810 até os de “Independência”, “Praça da Constituição”, etc. Em 15 de novembro de 1912, durante o governo de Agustín Vaquié, a praça recebeu o nome de Pedro del Castillo, em homenagem ao fundador. Ela foi recuperada em 1992.

 

MUSEU DA ÁREA FUNDACIONAL. Um museu arqueológico, “centro de interpretação arqueológica do lugar”, único do gênero na cidade. Seu objetivo principal é proteger e exibir os restos de materiais achados no local, pertencentes a nosso patrimônio. As escavações resgataram restos de cimentos, muros e tijolos cerâmicos ruínas da “Casa Consistorial” e do “Cabildo” de 1749; as da fonte colonial, que desapareceram como conseqüência do terremoto devastador de 1861, o qual arrasou a cidade colonial. Posteriormente neste solar funcionou o Matadouro Público e depois a Feira (1930). As salas de exposição permanente exibem, através de diversos meios didáticos, as fases do povoamento territorial mendocino e o crescimento da cidade.

Oferecem-se visitas guiadas no museu e na câmara subterrânea.

 

RUINAS DE SAN FRANCISCO. São os restos – sobreviventes do terremoto de 1861 – do templo que alguma vez abrigou a imagem da Virgem del Carmen de Cuyo. Aqui foi abençoada e jurou-se pela primeira vez a bandeira dos Andes.

Nesta propriedade se instalou, originalmente, a Companhia de Jesus, em 1609. Em 1628 seu templo era uma bela construção de pedra, cal e tijolos, com uma grandiosa nave com capelas laterais. Quando os jesuítas foram expulsos, em 1767, tiveram que fechar as portas de seu templo e deixar o país. O templo franciscano da Companhia de Jesus foi destruído por um terremoto e foi doado. Em 1861, no terremoto que acabou com a cidade de Mendoza, foi destruído e teve que ser reconstruído novamente.

 

ALAMEDA. A Alameda recebeu este nome porque plantaram-se Álamos em ambos os lados da calçada com o objetivo de proteger a cidade de Mendoza das inclemências do vento Zonda. Estas árvores foram plantadas por volta de 1.800, mas depois do terremoto de 1861, foram derrubadas devido à grande quantidade de ratos que invadiram a Alameda. Consta que por medida de higiene foram trocados por Carolinos (espécie de Álamos). Pela Alameda passaram: o General San Martín, o General O’Higgins, Charles Darwin e Facundo Quiroga, entre outras personagens célebres.

Atualmente a Alameda tem uma extensão de 1 km e foram plantadas grandes Tipuanas no lugar dos Álamos.

Recentemente recuperado, à beira do Canal Tajamar, apresenta pubs, bares com importante atividade cultural e pitorescas bancas de flores.

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